Não há culpa em ninguém, simples mente desejo coisas que não são predestinadas a mim.
Me falta até ânimo para chorar, as lágrimas agora seriam inoportunas. Uma vez que de nada adiantariam.
Sigo com minha amargura em silêncio, meus olhos às vezes marejam, mas continuar é preciso e de cabeça erguida enfrento a dura barreira da verdade. Realidade essa que me ignora em cada passo que dou, invisível vago pelas vielas à procura de semelhantes que não existem.
Sei que minha procura é insana, mas meu coração pede por emoção e abrigo. Não há mais nada a fazer, apenas esperar o fim...
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