sexta-feira, 29 de março de 2013

Sertanejo

Feriadão! Ho coisa boa, tomar um sol gostoso e dormir a hora que eu quiser... Melhor que isso só mesmo um abraço de quem se ama...RSRSRSRS

segunda-feira, 25 de março de 2013

Soul...

não tenho vergonha do que sou...adoro esse meu tom amarronzado que combina com as cores alegres da vida.
 Amarelo, laranja, vermelho, amo todos esses tons da terra. 
Dá uma vontade de sair por aí de saia rodada até os pés, rodopiando e cantando. 
Calma gente, eu não estou louca, é só lampejos de vida. 
Esses dias em que acordo desanimada com tudo e bate aquela vontade de tomar um banho gostoso e demorado, por uma roupa confortável e sair assim sem pretensão nem compromisso com nada. Perder-me nas horas e só voltar a rotina quando estivesse cansada de mim. 
Pois é, o que eu queria mesmo agora era estar embaixo da sombra de uma arvore, ouvindo o cantar dos pássaros e o barulhinho gostoso das águas se chocando contra as pedras. Sentir a brisa fresca no meu rosto e sorrir pra vida como ela me sorri.
 Sou assim, preciso de contato com natureza senão piro geral...


terça-feira, 19 de março de 2013

Pagorock

Julguei você como se julga a um livro, pela capa. Li o resumo da história e não me senti entusiasmada em ler o livro todo. Foliei as paginas e li um trecho aqui outro ali. Enredo batido, cenário pobre, não havia ação , nem mistério. E eu leitora, tacanha, equivocada e metódica? Minha forma de ver esse universo literário estaria correto? Estaria eu preparada para mudanças tão radicais no meu modo de viver? 
Acho sinceramente que não, minha mente andou fechada por muito tempo para que de uma pra outra se clareie assim.  
Foi preciso um choque, para que eu percebesse que nem esse livro em particular e nem outros, estou preparada para passar além do prefácio...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Chorinho

Nestes dias a alegria se esvaio de mim, sinto o peso amargo das horas perdidas, dos sonhos que se transformaram em nuvens e se dissiparam no ar... 
Não há culpa em ninguém, simples mente desejo coisas que não são predestinadas a mim. 
Me falta até ânimo para chorar, as lágrimas agora seriam inoportunas. Uma vez que de nada adiantariam. 
Sigo com minha amargura em silêncio, meus olhos às vezes marejam, mas continuar é preciso e de cabeça erguida enfrento a dura barreira da verdade. Realidade essa que me ignora em cada passo que dou, invisível vago pelas vielas à procura de semelhantes que não existem.
Sei que minha procura é insana, mas meu coração pede por emoção e abrigo. Não há mais nada a fazer, apenas esperar o fim...